De acordo com ministro, país está em rota de crescimento sustentável
O ministro Guido Mantega disse nesta quinta-feira (3) que a economia brasileira não está superaquecida, o que leva à inflação. De acordo com o ministro, o país chegou a uma rota de crescimento sustentável, que seria de 5%, em média.
Veja a repercussão:
Dilma adota tom discreto e diz que PIB "foi bom"
Presidente do BC e Sarney comemoram
- O crescimento de 7,5% [em 2010] foi excepcional, mas foi adequado, porque na média dos últimos anos nós crescemos 4,5%, já com esse PIB de 7,5%.
O PIB (Produto Interno Bruto) e a soma de todas as riquezas produzidas por um país.
O superaquecimento da economia é causado pelo aumento repentino da demanda das famílias por produtos e serviços. Se a indústria não estiver preparada para esse crescimento repentino da demanda, os preços sobem. E com inflação alta, o crescimento não se sustenta no longo prazo porque corrói o poder de compra das famílias e o próprio crescimento.
Para frear o consumo das famílias, o Banco Central adotou duas medidas: restrições ao crédito de longo prazo, no ano passado, e dois aumentos seguidos na taxa básica de juros da economia, a Selic, hoje em 11,75% ao ano. Além disso, o governo decidiu cortar R$ 50 bilhões do orçamento, o que impactou até no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
Questionado pelo R7 se as medidas de restrição de crédito e o aperto fiscal são sinais de que o crescimento brasileiro acima dos 7%, patamar chinês, realmente não se sustenta, o ministro respondeu:
- Nem o Brasil, nem a grande maioria dos países não sustenta o crescimento chinês, que é atípico. Mas quero deixar claro que o país sustenta sim um crescimento acima dos 5%. Se você pegar de 2007 a 2010 nós crescemos em média 4,5%. E tivemos dois anos de crise.
Em 2007, antes da crise financeira mundial, o Brasil cresceu 6,1%. Em 2008, já afetado pela crise, 5,1% , que gerou reflexo maior em 2009, quando o Brasil teve retração de 0.6%
Veja a repercussão:
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- O crescimento de 7,5% [em 2010] foi excepcional, mas foi adequado, porque na média dos últimos anos nós crescemos 4,5%, já com esse PIB de 7,5%.
O PIB (Produto Interno Bruto) e a soma de todas as riquezas produzidas por um país.
O superaquecimento da economia é causado pelo aumento repentino da demanda das famílias por produtos e serviços. Se a indústria não estiver preparada para esse crescimento repentino da demanda, os preços sobem. E com inflação alta, o crescimento não se sustenta no longo prazo porque corrói o poder de compra das famílias e o próprio crescimento.
Para frear o consumo das famílias, o Banco Central adotou duas medidas: restrições ao crédito de longo prazo, no ano passado, e dois aumentos seguidos na taxa básica de juros da economia, a Selic, hoje em 11,75% ao ano. Além disso, o governo decidiu cortar R$ 50 bilhões do orçamento, o que impactou até no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
Questionado pelo R7 se as medidas de restrição de crédito e o aperto fiscal são sinais de que o crescimento brasileiro acima dos 7%, patamar chinês, realmente não se sustenta, o ministro respondeu:
- Nem o Brasil, nem a grande maioria dos países não sustenta o crescimento chinês, que é atípico. Mas quero deixar claro que o país sustenta sim um crescimento acima dos 5%. Se você pegar de 2007 a 2010 nós crescemos em média 4,5%. E tivemos dois anos de crise.
Em 2007, antes da crise financeira mundial, o Brasil cresceu 6,1%. Em 2008, já afetado pela crise, 5,1% , que gerou reflexo maior em 2009, quando o Brasil teve retração de 0.6%
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