Ciclista e guardador morrem em atropelamento no Catete
Sobrinho olha o corpo do tio logo após o acidente | Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Com o impacto, o guardador foi arremessado por cima de um Honda que estava estacionado, e caiu a uma distância de cerca de três metros. Ele bateu a cabeça no paralelepípedo e morreu no local.
Francisco bateu a cabeça na porta do carona e caiu embaixo do Honda. Ele ainda foi levado por bombeiros do quartel do Catete para o Hospital Souza Aguiar, no Centro, mas não resisitiu.
"O que contaram é que o ciclista desceu a ladeira gritando que estava sem freio", relatou Roberto Correia Lopes, de 32 anos, também sobrinho da vítima. Ele disse que Francisco morava há pouco tempo na rua e que o conhecia apenas de vista. Para ele, a morte do tio foi uma fatalidade.
Apesar da dor pela morte do tio, Cidálio pretente transformar a fatalidade que se abateu sobre sua família em exemplo na formação de novos instrutores da auto-escola onde trabalha no Recreio dos Bandeirantes.
"Vou colocar o caso do meu tio no meu material didático de educação no trânsito. Essa situação vai servir de exemplo para os meus alunos. Sempre digo a eles, olhem antes de atravessar a rua, observem a movimentação dos pedestres, tenham atenção no trânsito", revelou o instrutor de trânsito, que exerce a profissão há cinco meses.
O caso foi registrado na 9ª DP (Catete).

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