Os egípcios agradecem as rede sociais, que foram fundamentais para a libertação do país
Um egípcio decidiu marcar definitivamente em sua vida a revolução popular que derrubou o presidente de seu país e que teve a vital contribuição de redes sociais. Ele fez isso dando à sua filha recém-nascida o nome de Facebook.
As redes sociais tiveram grande importância para o movimento popular que tirou o presidente Mubarak do poder no Egito (goo.gl/3OncX), em especial o Twitter e o Facebook, sendo que muitos dos protestos eram combinados pela página de relacionamentos, onde também as informações eram divulgadas para todo o mundo.
Um dos mais populares jornais do país, o Al-Ahram, publicou que Jamal Ibrahim, agora com seus vinte anos, deu à sua filha o nome de ‘Facebook Jamal Ibrahim’ em homenagem à rede social que, de acordo com a maioria dos egípcios, foi a principal responsável pela organização e sucesso da revolução popular.
O site Tech Crunch destaca que o Facebook teve um importante aumento do número de usuários nas semanas que sucederam a Revolução de 25 de Janeiro, com 32 mil novos grupos e 14 mil páginas criadas.
Assim como disse Wael Ghonim há alguns dias, quem acredita-se que tenha criado a primeira página de resistência contra o governo (fb.com/elsaheeed.co.uk), “se você quer libertar um povo de um governo, dê-lhes a internet”.
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